Meu filho levou uma facada voltando do trabalho...
Mas mesmo com câncer eu preciso lutar por ele!

Ricardo tem 19 anos e era quem sustentava a casa enquanto levava a mãe para a quimioterapia. Agora ele está na UTI, precisando de uma cirurgia urgente nas próximas 72 horas.
Ele voltava do turno da noite no supermercado.
Ricardo tem 19 anos e trabalha como auxiliar de estoque em um supermercado. Era com o salário dele que a casa respirava e que a mãe conseguia continuar o tratamento contra o câncer.

Na noite de 22 de março, ele desceu do ônibus depois do trabalho e caminhava os últimos 80 metros até a casa da tia, onde mora com a mãe.
Dois homens o cercaram, levaram a mochila e, mesmo depois de Ricardo entregar tudo, um deles deu a facada.
A faca perfurou o fígado e o intestino.
Ricardo foi levado para a UTI com lesão hepática, perfuração intestinal e hemorragia interna. A sepse abdominal já começou e os médicos disseram que cada hora sem a cirurgia reduz as chances de sobrevivência.
Ele precisa de transferência urgente para um hospital com equipe especializada em cirurgia hepatobiliar.
Sem essa cirurgia nas próximas 72 horas, a família recebeu a notícia que ninguém deveria ouvir: a chance de sobreviver fica abaixo de 20%.
A mãe que ele cuidava agora acompanha o filho na UTI.

Dona Marlene trata um câncer de mama há 7 meses. Era Ricardo quem a levava para a quimioterapia toda terça-feira, fazia comida quando ela não conseguia levantar e segurava seu cabelo quando ela vomitava de madrugada.
Agora é ela, com 40 quilos e um dreno no peito, que anda pelo corredor da UTI segurando o soro do filho.
Ela ouviu Ricardo chamar: "Mãe! Mãe, me ajuda!" e correu descalça até encontrar o filho caído na calçada.
"O câncer tava me matando devagar. Mas ver meu filho assim me matou de uma vez."
— Dona Marlene, mãe do Ricardo
A família já vendeu o que dava para vender.
A igreja ajudou com uma parte. A tia de Ricardo, que também é diarista, divide o pouco que tem. Mas a cirurgia, a transferência, a UTI e os remédios para sepse chegam a R$98 mil.
Sem Ricardo trabalhando, a família perdeu a única renda fixa da casa. Hoje não falta só dinheiro para a cirurgia: falta dinheiro para comida, transporte e para o tratamento da mãe continuar.
Ele sonhava em ser advogado para tirar a mãe da casa de favor.

Ricardo tinha guardado R$2.340, moeda por moeda, em um pote de maionese debaixo da cama. Era a primeira mensalidade da faculdade de Direito.
Ele tinha passado no vestibular social e queria ser advogado para dar uma casa só para a mãe antes que o câncer a levasse.
Hoje, o sonho dele depende primeiro de sobreviver.
R$30 mantêm uma hora da UTI dele.
Com R$30, a família consegue manter mais uma hora da UTI do Ricardo. Uma hora a mais lutando. Uma hora a mais de mãe e filho no mesmo mundo.
A cirurgia precisa acontecer rápido. Cada contribuição agora ajuda a manter Ricardo vivo até a transferência e o procedimento que ele precisa.
Quanto você pode doar pelo Ricardo?
Sua ajuda entra na cirurgia, transferência hospitalar, UTI e medicação contra a sepse.
Mensagens de Apoio (3)
Tenho filho dessa idade e não consegui ficar parada. Doe e compartilhe, gente. Essa mãe precisa ver o Ricardo sair dessa.
Um menino que trabalhava para cuidar da mãe com câncer merece todo apoio agora. Fiz minha parte com R$50.
Que dor imaginar ele chamando pela mãe na rua. Que Deus toque no coração de mais pessoas para ajudar essa família.
Ricardo cuidava da mãe toda semana. Hoje, ele precisa que outras pessoas cuidem dele também.
A família tem uma janela curta para conseguir a transferência e a cirurgia.
Doe agora e ajude Ricardo a continuar lutando.
